sexta-feira, 6 de março de 2015

Jovem britânico está "preso" no tempo há oito anos


Quem assistiu ao filme "Feitiço do Tempo” sabe exatamente o que acontece com o personagem de Bill Murray: ele acorda todos os dias como se fosse o mesmo dia. Esta circunstância não parece estar restrita à ficção e, por motivos médicos, é possível, sim, que uma pessoa fique "presa" em uma espécie de confusão temporal, confinada por anos em um estranho fenômeno que chamamos de déjá vu.

Esse é o caso de um jovem britânico de 23 anos, que atravessava um déjà vu persistente desde 2007. O artigo publicado pelo Journal of Medical Case Reports relata que tudo começou com um quadro de TOC, que o fazia lavar as mãos com muita frequência, assim que entrou na universidade. Ao deixá-la, começaram os déjà vu, cada vez mais frequentes e prolongados. O problema piorou quando ele decidiu tomar um LSD: os episódios se tornaram totalmente recorrentes. Em 2008, ele foi a um neurologista, porém tanto o eletroencefalograma quanto a ressonância magnética não mostraram nada de anormal. Mas os déjà vu eram tão persistentes que ele deixou de ver TV, escutar rádio e ler os jornais, já que sentia uma sensação aterrorizante de já ter visto, escutado e lido tudo aquilo antes. 

Não é o primeiro caso de déjà vu crônico, embora todos aqueles registrados anteriormente estivessem vinculados a pessoas com diagnóstico de demência, incapazes de diferenciar a realidade de seus processos mentais. O jovem inglês, no entanto, é totalmente consciente de sua anomalia. Os médicos que estudam o caso dizem que isso pode se dar devido a uma doença psicogênica, ou seja, que seu cérebro funciona de maneira atípica sem nenhuma explicação física.

Fontes: 

quarta-feira, 4 de março de 2015

Instituto dos EUA divulga documentos sigilosos sobre ESQUELETOS HUMANOS GIGANTES


Uma decisão da Corte Suprema dos EUA pediu que o Instituto Smithsoniano tornasse públicos documentos do final do século XIX e início do XX relacionados à descoberta de esqueletos de humanos gigantes. Acredita-se que o Instituto tenha, inicialmente, ocultado e, depois, destruído os fósseis remanescentes desses seres, com a suposta finalidade de preservar a ideia convencional da evolução humana.

Os arquivos abertos mencionam a existência de antigos corpos humanos com mais de dois metros e meio de altura. Um dos textos, escrito em 1894 por pesquisadores da Oficina de Etnologia do Instituto Smithsoniano, descreve: “Debaixo de uma camada de conchas (...) descansando sobre a superfície natural da Terra, havia um grande esqueleto em posição horizontal em toda sua extensão (...). O comprimento da base do crânio aos ossos dos dedos dos pés era de dois metros e meio. É provável, portanto, que esse indivíduo, quando vivo, chegasse a quase 2,70 metros de altura”.

A respeito disso, as autoridades do Instituto negaram qualquer tipo de envolvimento com esses esqueletos, o que acabou gerando várias teorias conspiratórias, muitas das quais apontam para uma ocultação inescrupulosa da existência de seres humanos gigantes no passado de nossa civilização.

Fontes: