A Maldição da Lua

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A Verdade sobre o FLÚOR que você bebe na sua ÁGUA

O flúor foi o elemento chave para a construção da bomba atômica. Sim, estamos falando de um derivado do flúor contido no dentifrício que usamos todas as manhãs ou nas gomas de mascar para quem não tem tempo nem mesmo para escovar os dentes.

Depois de cerca 50 anos (do período em que foi desenvolvida a bomba atômica) que os americanos começaram a adicionar flúor nos seus mananciais hídricos para reduzir a cárie dental, foi tornado público os documentos que metem seriamente em discussão a segurança do flúor e a boa fé do governo Americano.


Diversos cientistas ligados ao projeto da bomba atômica conduziram os estudos sobre o flúor concluindo que esse provoca sérios danos ao Sistema Nervoso Central e ao nosso organismo em geral.

Muitos destes relatórios foram classificados secretos por “razões de segurança nacional”, e muitos outros desapareceram dos arquivos estatais. O conflito de interesses é claro: se fosse feito público que a exposição ao flúor é prejudicial, o projeto da bomba A, os seus fornecedores e todas aquelas instituições a ele ligados, seriam anuladas por um escândalo de imensas proporções e pela relativa causa intentada por danos à saúde pública. Assim tudo foi silenciado, mas apesar disto os estudos sobre os efeitos do flúor deviam continuar, ao contrario, serviam cobaias humanas. Existe talvez um modo melhor que colocar-lo nas condutas das águas com a desculpa da saúde dental dos nossos filhos? E eis, imediatamente organizaram congressos, publicidade e associações de médicos e dentistas predispostos a publicar e a assegurar às pessoas sobre a utilização do fluor e dos seus “efeitos benéficos”.

O resultado foi dos melhores: as pessoas aceitaram a utilização do flúor como salvaguarda da própria saúde dental, foram desmentidas todas as implicações do flúor com diversas doenças que abateram operários e pessoas que habitavam nas proximidades das fábricas que produziam este material descartável altamente tóxico e além disso, sem o conhecimento das pessoas, todos se transformaram em potenciais cobaias de laboratório em quem estudar os efeitos do então bem-amado flúor. Muitos são os estudos e argumentações que atestam a periculosidade do flúor e graças a Joel Griffiths e Cris Bryson um médico escritor e um jornalista independente se está fazendo luz sobre esta desconcertante situação. Um dos efeitos mais evidentes do flúor no nosso organismo é aquele no Sistema Nervoso Central. Diversos estudos mostram como repetidas doses de quantidades infinitamente pequenas de flúor podem reduzir ao longo do tempo toda força individual de resistir à dominação, com o envenenamento e a narcose de uma certa área do cérebro, tornando assim o indivíduo submisso à vontade daqueles que desejam governá-lo.

Existem evidências históricas que mostram acordos entre o governo americano e o regime de Hitler para o financiamento do projeto da fluoretação das águas dos países conquistados para tornar o povo dócil ao controle e à ditadura.

Os derivados do flúor são materiais descartáveis de muitas indústrias químicas e a sua segura destruição há custos tão elevados que obrigaram os “pobres industriais a empenhar-se para encontrar uma solução alternativa mais econômica”. E assim uma substância tóxica descartável foi transformada em uma imensa fonte de renda.

Hoje o flúor vem utilizado para a realização dos seguintes produtos:

1. Refrigerantes e Propelentes

O resultado é um belo buraco na camada do ozônio e uma consequente poluição graças ao natural ciclo das chuvas que repõem sobre a terra e de consequência, em tudo aquilo que comemos e bebemos, as substâncias nocivas que emitimos no ar.

2. Fármacos

Para incrementar a biodisponibilidade dos ingredientes contidos nos fármacos, muitos produtos das casas farmacêuticas vem halogenados. A proclamada intenção dos farmacólogos no aditivar com flúor um produto, é de potenciar-lhe posteriormente a atividade metabólica, e por isso as suas propriedades terapêuticas. Mas potenciando o efeito do remédio, virão ainda agravados os efeitos colaterais e a indústria “terapêutica” ganha dinheiro das duas partes: com o tratamento da doença original e, de consequência, com o dever de colocar remédio contra os efeitos colaterais provocados pelo mesmo tratamento.

3. Tranquilizantes

A maior parte destes são agentes anti-colinérgicos e agem no Sistema Nervoso Central causando depressões cardíacas e respiratórias. Efeitos: consenso, letargia, apatia e... estupidez por flúor! Seria como dizer: faça de mim tudo o que quiser.

4. Analgésicos, ou melhor, inconsciência ao flúor assim como para os tranquilizantes halogenados, até os analgésicos são quase todos anti-colinérgicos e os efeitos são os mesmos. Existem estudos científicos que demonstram como a descendência dos anestesistas tem um número de defeitos de nascença superior à média.

5. Exterminadores fluorados

Como no ponto 3 e 4 os gases químicos para uso bélico são halógenos. O gás para a ordem pública, o gás lacrimogênio, é um halógeno e os gases nervini assim como o Soman e o Sarin desenvolvidos na Alemanha (usados durante a segunda guerra mundial nos campos de extermínio) ambos são fluorados. A morte imediata devido à exposição a estes gases é o resultado do bloqueio instantâneo da catálise e da ação dos nervos, causando um efeito anti-colinérgico (bloqueio enzimático) e a consequente paralisação das funções do coração e dos pulmões.

A nossa sociedade continua a ser “bombardeada” por substâncias danosas que nos vem vendidas como remédios para este e para aquele problema ou como substâncias milagrosas, chegando até mesmo na emissão destas substâncias nas nossas redes de água para tornar-lhes ao “alcance de todos” fraudando com um método mesquinho e vulgar a liberdade de escolha dos consumidores: consumidores somos todos nós até o mendigo que mata a sua sede bebendo “inconscientemente” a água nas fontanas municipais colocadas nos jardins e praças da cidade onde vive.

Por razões de espaço muitas noticias, nomes de pessoas, indústrias ou fármacos envolvidos neste escrito não foram mencionadas. Para haver uma visão completa do argumento, consultar a revista Nexus, onde vem relacionadas até as fontes originais da documentação e uma rica bibliografia para tornar possível pesquisas a nível pessoal para os mais cépticos.

Edição Nexus n.2, n.3, n.18
Avalon Edizioni – C.P. 008 – 35127 – Padova interporto
Tel. 049/8703632 – Fax 049/8703620 e-mail nexus-it@hotmail.com 


“O Flúor de Hitler”

A fluoretação da água e "o princípio da precaução”.

Os recentes estudos relatam os riscos da ingestão crônica de pequenas quantidades de flúor. Estas que fazem parte do dia-a-dia, daqueles que tem à disposição água fluoretada ou que residem em países que fazem uso deste meio de ‘prevenção’. Fazendo assim ingestão contínua de fluoretos pelas suas mais variadas fontes. Então a pergunta é: “Será que a água fluoretada faz bem a saúde”? 

Segundo Coffin, estudos de 2006 e início de 2007 evidenciam que a exposição ao flúor - em níveis relativamente baixos - pode prejudicar a saúde humana. Ele tem o potencial de causar câncer nos ossos, danos cerebrais, danos nos rins, danos à tireoide, danos nos ossos (principalmente em pacientes renais), aumenta a absorção de chumbo e danifica os dentes. Contudo, a fim de provar cabalmente e entender a natureza desses riscos (incluindo a faixa de doses que podem causar os efeitos, e como essas doses variam de acordo com fatores ambientais, genéticos e alimentares) que mais pesquisas precisam ser conduzidas. É ético, no entanto, para continuar expondo populações inteiras ao flúor presente na água ou sal (muitas vezes contra a vontade das pessoas), enquanto estudos adicionais a longo prazo são realizados para esclarecer os riscos? Esse é o cerne da questão colocada por uma criteriosa análise publicada na edição de Março de 2006 da Revista americana Journal of Evidence Based Dental Practice

Enquanto isso no Brasil no final do último mês houve uma reunião que tratou da administração do Flúor na Grande Natal. São empresas, instituições, órgãos públicos e privados responsáveis por isso. Então se pergunta: Será que estas empresas sabem mesmo o que é melhor para as pessoas? Ou, apenas cumprem ordens? Agora com a disponibilidade de informações, hoje via internet, devemos pesquisar mais sobre o que têm na nossa água, nos alimentos, produtos industrializados, enlatados, chás, refrigerantes, cerveja, tudo que possuir água que provavelmente seja tratada, terá fluoretos em sua formula. 

Onde o flúor foi utilizado durante a história e onde está hoje? Antes vamos saber o significado de uma palavra: Aprendizagem.


"O ato ou vontade de aprender é uma característica essencial do psiquismo humano, pois somente este possui o caráter intencional, ou a intenção de aprender; dinâmico, por estar sempre em mutação e procurar informações para a aprendizagem; criador, por buscar novos métodos visando a melhora da própria aprendizagem, por exemplo, pela tentativa e erro."


“O Flúor de Hitler”

Durante a Segunda Guerra Mundial o flúor foi testado pela primeira vez em humanos. Os cientistas nazistas de Hitler usavam altas dosagens nos Campos de concentração dos judeus para que os mesmos ficassem inertes a situação que estava ocorrendo ao redor. O efeito foi o desejado pelos nazistas e os testes “aprovados”. O flúor retardou mentalmente os judeus e hoje esta mesma prática está sendo espalhada mundo a fora, pois o sistema atual aplica esta substancia venenosa para controlar o raciocínio dos seres humanos. É certo que se não tivéssemos contato com esse veneno que nos mata aos poucos, não teríamos dificuldades de memorizar, nem de aprender.

O plano da Nova Ordem Mundial é deixar a humanidade mais burra. Enquanto isso eles desfrutam dos mananciais de águas puras, sem contaminação alguma. E agora isso chegou a capital do sol, no Brasil, onde a água já foi considerada uma das mais puras do país. Vamos deixar eles nos envenenar ou vamos reagir protestando contra a fluoretação da água em Natal?

Por sermos estrategicamente posicionados no mapa geográfico, o interesse por nosso território como base é importante para eles. O controle para o Engano Final está começando. Começa logo com o envenenamento em massa! Não é a toa que a Grande Natal está sendo governada por pactuados. Desde 1976 que a Lei da Fluoretação da água já está em vigor, mas só agora está sendo aplicada por aqui. Esse é mais um sinal que estamos no caminho para o abismo, no caminho para obedecer, sem saber, as vontades dos que se opõe a Verdade. Você vai deixar isso ocorrer com sua água? Que não sejamos obrigados a tomar veneno. Água pura para o Brasil, preserve sua saúde com protesto.

Assista aos vídeos a seguir para obter mais informações. Confira o Link do CRO RN http://www.crorn.org.br/noticias/ver/423 exibindo a discussão da fluoretação da água em Natal, mas não esclarecendo os objetivos principais. Inclusive disfarçando como se fosse um projeto de saúde bucal da OMS (Organização Mundial da Saúde) onde na verdade o flúor só prejudica, inclusive nossos dentes!! Conheça mais nos links:

A decepção flúor expõe a verdade - DUBLADO






Alerta sobre o Flúor pelo Dr Bill Osmunson



A Farsa do Flúor (The Fluoride Deception)

Fontes: As fontes estão na própria matéria.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Bateria criada em Singapura recarrega em dois minutos!


Cientistas da Universidade Tecnológica de Nanyang (NTU), em Singapura, desenvolveram uma nova bateria que pode recarregar até 70% em dois minutos e tem uma vida útil de mais de 20 anos. A NTU espera que esta descoberta tenha um impacto em uma variedade de setores, principalmente no de veículos elétricos.

Comum em aparelhos eletrônicos, as baterias de lítio recarregáveis duram cerca de 500 ciclos de recarga que, segundo a NTU, correspondem a de dois a três anos de uso. Normalmente, a bateria leva duas horas para ser recarregada completamente.

A tecnologia da bateria criada pela Escola de Engenharia e Ciência de Materiais da NTU é considerada como Materiais Avançados. As baterias de íon de lítio normalmente usam aditivos para ligar os eletrodos ao ânodo, o que afeta a velocidade com que os elétrons e íons se transferem dentro e fora da bateria. No novo produto da NTU, os cientistas substituíram o grafite normalmente utilizado para o ânodo em baterias de íon de lítio por um novo material de gel feito de dióxido de titânio, transformado em nano tubos que ajudam a acelerar as reações químicas que ocorrem no novo material, permitindo, assim, o carregamento super rápido.


Os cientistas de Singapura querem, agora, se inscrever em um financiamento para conseguir construir um protótipo da bateria em grande escala. Com isso, a Escola espera que uma nova geração de baterias de rápido carregamento surja no mercado nos próximos dois anos, trazendo com eles uma solução essencial na superação de problemas de energia de longa duração relacionados à mobilidade elétrica.