quinta-feira, 5 de abril de 2018

DISCOS DROPA Foram Decodificados e Revelam Vinda de EXTRATERRESTRES no Passado?


As Montanhas de Bayan Kara Ula são uma das áreas mais isoladas da Terra. A cidade mais próxima é Lhasa, no Tibet, a uma distância de 640 km ao sul, por um terreno inacessível. Atualmente, está habitada por tribos de pessoas muito distintas dos povos que moram nas redondezas. Denominados Dropas (ou Dzopa) eles não se encaixam em nenhuma categoria racial estabelecida pelos antropólogos. Em primeiro lugar, eles são de pequena estatura. A altura média de um adulto é de 1,25 m. São amarelos, suas cabeças são desproporcionalmente grandes, quase calvos e seus olhos são grandes e azulados. Seus traços são praticamente caucasianos e seus corpos são sumamente delgados e delicados. O peso médio de um adulto é de aproximadamente 50 kg.


O Achado

Em 1938, Chi Pu Tei, professor de arqueologia da Universidade de Beijin, conduzia alguns de seus estudantes em uma expedição a uma série de grutas que se entrelaçam nas montanhas de Bayan Kara Ula, entre as fronteiras de China e Tibet. Conforme entravam, deram-se conta de mais cavernas. Era um sistema completo de túneis artificiais. As paredes eram quadradas e cristalizadas, como se o corte na montanha tivesse sido realizado com uma fonte de calor extremo. Dentro das grutas acharam sepulturas com estranhos esqueletos. Essas ossadas eram pequenas e delgadas e com crânios muito desenvolvidos.

A princípio se pensou que as grutas havia sido um lar de uma espécie desconhecida de primata. Porém, essa ideia se descartou ao encontra os esqueletos enterrados. O professor Chi Pu Tei indagou, "quem conhece algum primata que enterra outro?”. Sobre as paredes havia pictogramas copiados do céu: o Sol, a Lua, as estrelas e a Terra com linhas de pontos que os conectavam. Entretanto, faltava ainda o descobrimento mais fantástico de todos. Semi-enterrado, devido à sujeira da gruta, havia um disco de pedra, obviamente feito por uma mão de uma criatura inteligente. O disco media 22,7 centímetros de diâmetro e dois centímetros de grossura, também tinha um buraco no centro perfeitamente circular de dois centímetros de diâmetro. Dali surgia um sulco fino em espiral. Havia caracteres escritos exteriormente. Este disco é datado entre 10.000 e 12.000 anos de antiguidade - muito mais antigo que as datações das grandes pirâmides do Egito. Contudo, não foi o único, no total haviam sido encontrados 716 pratos. E cada um com caracteres diferentes.


Os Discos

Os discos haviam sido etiquetados junto com os restos dos achados da expedição e guardados na Universidade de Beijing, desde o dia de seu descobrimento. No decorrer de 24 anos, outras pessoas haviam tentado decifrar as estranhas inscrições nos círculos, porém sem êxito algum. Foi o professor Tyson um dos que, em 1962, se interessou pela editoria dos discos e se propôs a decifrar seu significado. 

Esqueleto de um dos extraterrestres Dropa encontrado nas cavernas de Byan Kara Ula. A foto foi obtida por Karin Robin Evans durante uma expedição em 1947.

Ele e seus colegas descobriram que os sulcos espirais não eram simples desenhos, mas também, uma escritura incrivelmente antiga, gravada de algum modo desconhecido e de um tamanho quase microscópico. Se isto for certo, seria a escritura mais antiga do mundo, já que, como exposto anteriormente, os discos tem uma antiguidade de 8.000 a 12.000. Para começar, o professor, com ajuda de uma lupa, foi transcrevendo, minuciosamente, os caracteres do disco para um papel. Durante este processo, perguntas assaltaram o professor tais como: "Como pode um povo primitivo fazer uns discos tão exatos?"; "Como elaboraram uma escritura quase microscópica?” e "Quem eram e para quê fim produziram essas centenas de discos?"

Uma vez que os caracteres dos discos foram copiados, o professor Tsum Um Nui e seus colegas começaram a árdua tarefa de tentar decifrar seu conteúdo. Finalmente, intercambiando desenho com palavras e frases chegou a decifrar parte do código ou escritura. Feito isto, se dedicou a ordenar os discos da forma mais coerente que pôde, e assim, fazer uma transcrição parcial. A história contada nos discos era simplesmente assombrosa.


A História

O Professor passou para o papel a transcrição, assim como suas conclusões e o apresentou na universidade para sua publicação posterior, mas foi censurado. Em 1965, inesperadamente, um artigo escrito pelo filólogo russo Vyacheslav Saizev, apareceu na revista alemã Das Vegetarische Universum, e na revista anglo russa, Sputnik, contando a história dos discos e um extrato sobre o que havia sido decifrado pelo professor Tsum Um Nui. Os círculos contam a história de uma nave espacial procedente de um planeta longínquo que teve de realizar um pouso forçado nas montanhas de Baian Kara Ula. Os tripulantes da nave (Dropas) buscaram refúgio nas grutas das rochas e apesar de suas intenções pacíficas, os Dropas não foram compreendidos pelos membros da tribo Ham, os quais ocupavam as cavernas vizinhas, eles temiam que fossem inimigos que queriam apoderar-se de seu território, perseguiram e mataram alguns Dropas. Quando finalmente a tribo compreendeu a sua linguagem, por sinais, admitiram-nos em seu território ao saber que os recém chegados tinham intenções pacíficas. Os discos também contam como os Dropas não conseguiram reparar os danos na nave e ficaram impossibilitados de voltar ao seu planeta de origem, tendo de viver na Terra.


sábado, 24 de março de 2018

Nunnehi – Os Protetores Imortais da Nação Cherokee


O povo Cherokee tem muitas lendas maravilhosas. Algumas das histórias mais interessantes envolvem pessoas que se pareciam com os Cherokee normais, mas aparentemente eram seres sobrenaturais, chamados de Nunnehi (Nunne’hi). Eles não eram espíritos da natureza ou deuses, mas eram considerados imortais.

Os Nunnehi eram um grupo feliz que amava música e dança, ajudavam os viajantes perdidos e protegiam os Cherokee em tempos de guerra.


Quem eram os Nunnehi?

Nunne’hi foi traduzido literalmente como “pessoas que vivem em qualquer lugar”, talvez porque viviam em lugares estranhos, subterrâneos, dentro de montanhas e sob riachos. Para os Cherokee eles são “os imortais” ou “pessoas que vivem para sempre”. O singular é naye’hi . Esses imortais viviam onde hoje estão os estados da Carolina do Norte, Tennessee e Geórgia, perto das terras tradicionais da nação Cherokee.

Um conto fala de uma depressão circular que as pessoas disseram que era uma casa dos Nunnehi. As moradias Cherokee eram prédios públicos circulares, cobertos de casca de árvore, com bancos no interior. Esta moradia e as pessoas que lá viviam eram aparentemente invisíveis e intangíveis. As pessoas lançavam detritos dentro da depressão e, quando voltavam, o chão estava limpo de novo. Depois que os colonos brancos chegaram, as coisas jogadas lá dentro permaneceram lá. Os Cherokee dizem que os Nunnehi abandonaram a casa deles, porque estavam aborrecidos com os brancos.

Casa cherokee em 1761. Crédito: tn4me.org

Outros lugares onde essas pessoas sobrenaturais viviam eram nas colinas, montes e montanhas na área, especialmente picos de montanhas altas, com poucas árvores no topo. Foi dito que os Nunnehi tinham grandes moradias em Pilot Knob, sob o monte Nikwasi, na Carolina do Norte, e sob Blood Mountain, na Geórgia.

Os Nunnehi não podiam ser encontrados se não quisessem, pois normalmente eram invisíveis. Se você seguisse o som da música deles, ela mudaria e pareceria estar vindo de outra direção assim que parecesse que você estava chegando perto. No entanto, o Nunnehi foram pessoas muito simpáticas e prestativas, e apareciam quando eram necessárias. Eles geralmente ajudavam os viajantes perdidos, trazendo-os para as casas da cidade de Nunnehi, para cuidarem deles e depois os levando de volta para suas casas.

Uma história fala de quatro mulheres que vieram dançar na cidade de Nottely. Elas saíram por volta da meia noite. Alguns dos homens da cidade observaram essas mulheres e as viram descendo a trilha até o rio. Quando as mulheres chegaram à água, elas desapareceram. Então as pessoas da cidade sabiam que tinham sido visitadas por mulheres Nunnehi.


Os Nunnehi eram protetores do cherokee

Há também histórias do Nunnehi ajudando os Cherokee quando eram atacados. Dizia-se que o monte Nikwasi era o local de uma dessas batalhas. Uma tribo desconhecida invadiu do sudeste. Ninguém poderia ficar contra eles. Quando os guerreiros chegaram a Nikwasi, na cabeceira do rio Little Tennessee, as pessoas de lá foram obrigadas a recuar.

As pessoas do povoado pensaram que estavam perdidas, quando um estranho apareceu entre eles, dizendo que derrotaria os invasores por eles. Então, muitos guerreiros começaram a vir do lado do monte para atacar os invasores. As pessoas sabiam que isso significava que estavam sendo ajudadas pelos Nunnehi.

Os Nunnehi ficaram invisíveis quando eles lutaram. Os guerreiros invasores recuaram, mas a maioria deles foi morta. Quando restavam poucos, o chefe Nunnehi os poupou, dizendo-lhes que mereciam sua punição por atacar um povo pacífico. Ele disse aos guerreiros remanescentes para levar essa história de volta para sua tribo.

Outra história fala de um homem velho que foi atacado enquanto cortava madeira. Ele estava sozinho, já que o resto de seu pessoal partiu para uma caçada ou dança. Ele correu de volta para sua casa para pegar uma arma. Quando ele saiu, ficou surpreso ao ver um bando de guerreiros que vieram ajudá-lo. Eles lutaram contra os atacantes, mas desapareceram assim que o velho foi agradecê-los.


Alguns cherokee foram viver com Nunnehi

O povo Cherokee no River Valley e Hiwassee ouviu vozes de Nunnehi chamando-os para avisá-los que um mau momento estava chegando. Isso foi antes de sua remoção forçada para Oklahoma em 1838, que ficou conhecida como a “Trilha das Lágrimas”. Os Nunnehi convidaram alguns dos Cherokee para morarem com eles em sua casa na montanha em Pilot Knob, Carolina do Norte. No entanto, antes que os Cherokee pudessem entrar na casa dos Imortais, eles precisavam jejuar por sete dias e não fazer nenhum som alto. As pessoas decidiram confiar nas vozes dos Nunnehi porque elas sempre foram úteis para eles. Então jejuaram conforme solicitado, e foram levados para dentro da montanha para viver.


Mais mitos e lendas

Em outra aldeia, o povo Cherokee se reuniu na casa para jejuar e no sétimo dia ouviu um barulho como um trovão vindo em sua direção. O chão começou a tremer e a moradia começou a se elevar no ar. Apesar das advertências, algumas pessoas gritaram de medo, e os Nunnehi deixaram cair parte da casa.

Os Nunnehi levaram as pessoas de outra aldeia para viver com eles sob as águas de um rio. Os Cherokee disseram que depois disso você podia ouvir as pessoas falando debaixo do rio em dias quentes de verão.

O povo Cherokee, que optou por não ir com os Nunnehi, foi mais tarde forçado a deixar suas terras e se mudar para o estado de Oklahoma, junto com algumas outras tribos. Diz-se que alguns dos Nunnehi foram para Oklahoma para continuar a vigiar o povo Cherokee.

Os Cherokees, que foram para Oklahoma, disseram que um dos seus maiores arrependimentos foi deixar seus parentes que se juntaram aos Nunnehi em suas terras natais.


Esses contos são fantásticos e agradáveis ​​de serem lidos, porque geralmente são histórias de resultados positivos. Seria bom acreditar que havia realmente alguns imortais que ajudaram as pessoas. Talvez se você se encontrasse vagando pelas montanhas onde os Cherokee moravam, você poderia ouvi-los ainda, tocando música e dançando com os parentes daqueles que andaram na Trilha das Lágrimas…


quarta-feira, 14 de março de 2018

A Misteriosa Múmia de Nazca tem seu DNA examinado na Rússia


Uma equipe de geneticistas de São Petersburgo,na Rússia, trouxe amostras de tecido da criatura supostamente alienígena com um crânio alongado e apenas três dedos em cada mão e pé, para a Rússia, a fim de tentarem quebrar seu genoma.

A múmia misteriosa foi encontrada em um túmulo perto das Linhas de Nazca no sul do Peru, no início de 2017.

De acordo com a análise preliminar, a múmia, chamada Maria, encontrada em um túmulo perto das Linhas de Nazca no sul do Peru, remonta a aproximadamente o século V, cerca de um milênio antes da descoberta da América.


A análise também descobriu que Maria “é um ser humanoide, o que significa que ela também possui 23 cromossomos como nós”.

O professor da Universidade Nacional de Pesquisa da Rússia, Konstantin Korotkov, disse:

"Agora estamos fazendo uma análise detalhada para ver se o formato da posição de todos os cromossomos, de todos os aminoácidos, coincide com a nossa."

A estrutura da costela da múmia é muito diferente da de um ser humano. Com forma de quilha em sua parte superior, a caixa torácica consiste em um punhado de costelas semicirculares. Sua forma incomum ajudou os cientistas a estudarem cuidadosamente os órgãos internos da múmia.

A radiologista Natalia Zaloznaya disse.

"Vemos claramente os contornos da traqueia e dos brônquios, do coração e das suas câmaras, podemos até ver o formato das válvulas. Também podemos ver claramente os contornos do diafragma, do fígado e do baço."

Os cientistas até conseguiram descobrir que o pó branco que a civilização alienígena costumava mumificar seus mortos é o cloreto de cadmio – um produto químico cujo efeito antibacteriano manteve Maria preservada.

Tudo preparado para quebrar o código de DNA da criatura misteriosa, os cientistas russos planejam trabalhar em estreita colaboração com seus colegas peruanos. Eles ainda querem pedir permissão para levar Maria a São Petersburgo.

Além de Maria, os cientistas de São Petersburgo também estão analisando o genoma de outra múmia encontrada no Peru. Enquanto Maria era uma mulher adulta, a outra – Vavita – tinha nove meses de idade quando morreu. Os pesquisadores pensam que as duas poderiam ter sido mãe e filho.

Konstantin Korotkov disse que seus colegas peruanos lhe mostraram mais quatro múmias, 70 centímetros cada, a quem eles chamavam de “Verdants”. Por algum motivo estranho, uma análise de datação por carbono feita nos EUA dizia que elas tinham 6.500 anos, enquanto outra disse que elas morreram cerca de 4.000 anos atrás.

Korotkov explicou:

"Cada uma das pequenas múmias tem dois braços, duas pernas, uma cabeça, um par de olhos e uma boca. As varreduras tomográficas revelam seus esqueletos. O tecido tem natureza biológica e sua composição química indica que são humanas. Seu DNA possui 23 pares de cromossomos, tal como nós temos. Todas as quatro são do sexo masculino, cada uma com um cromossomo Y. Elas parecem humanas, mas não são. Sua estrutura anatômica é diferente."

Ele acrescentou que os machos de 70 cm têm três dedos e seus crânios são alongados na parte de trás da cabeça. A cavidade nasal está faltando e os arcos superciliares não são pronunciados.

Mais surpreendentemente, as cavidades bucais estão lá, mas os maxilares inferiores não são flexíveis e apresentam um único buraco com o resto do crânio.

Quando perguntado quem eram esses “homens pequenos” realmente, Korotkov disse que era difícil dizer.

Ele acrescentou:

"Eles poderiam ser extraterrestres ou robôs biológicos. Quanto às criaturas de 70 cm, não tenho certeza, mas Maria e Vavita poderiam ter sido representantes de uma certa raça que possivelmente alcançou um estágio de avanço muito mais cedo do que nós. Talvez milhares de anos antes."

Ele acrescentou que todos esses membros dessa raça avançada provavelmente morreram como resultado de qualquer grande inundação ou de um golpe de cometa.

Ele continuou:

"Um punhado daqueles que sobreviveram encontraram tribos selvagens de homens pré-históricos e ensinou-lhes artesanato e agricultura. Eles se acasalaram com mulheres locais. Eles tinham três dedos e essa característica genética poderia se tornar evidente nas gerações futuras."

Ele não excluiu que pudessem ter vivido separadamente do resto e reproduzidos uns com os outros, resultando em degeneração genética, como os três dedos anormalmente longos.

Korotkov observou:

"Por sinal, criaturas de três dedos podem ser vistas em desenhos de petróglifos encontrados no Peru."